Ela viva sozinha, como se fosse uma flor solitária.
Olhava para o céu, com a esperança de um dia alcançar as
estrelas. Coisas impossíveis ela sonhava.
No seu caderno negro, ela escrevia o que a fazia chorar, com sua lupa
o invisível ela tentava enxergar.
Mas, toda história tem seu ponto trágico. Essa não é diferente.
A menina que observava os céus, um segredo escondia.
No mundo das sombras ela habitava, sozinha...
Uma assassina sem coração ela era, e escondia em uma caixa os olhos
alheios.
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